22 ago

Associação lança cartilha contra desperdício de alimentos

Foto: The Guardian/Vegware

Nos Estados Unidos, a cada ano, cerca de 80 bilhões de quilos de comida são desperdiçados

Este mês, o site do jornal britânico The Guardian (http://www.theguardian.com) publicou uma repirtagem bastante interessante sobre o que está sendo feito nos Estados Unidos para se combater o desperdício de aimentos. O início dela segue abaixo:
“Para muitas empresas e ativistas que trabalham para aumentar a eficiência alimentar, a erradicação do desperdício de alimentos de forma ambientalmente irresponsável, pode ajudar a alimentar os necessitados.
Karen Hanner, diretora de uma rede sem fins lucrativos de bancos de alimentos, chamada Feeding America, coloca a questão de forma sucinta: “Enquanto a comida vai para o lixo, 37 milhões de americanos lutam para alimentar suas famílias.”
Este mês, a Feeding America, juntamente com a Food Waste Reduction Alliance – (FWRA), uma iniciativa intersetorial da indústria de alimentos, lançou um kit (em pdf) destinado a auxiliar os produtores a reduzir o desperdício de alimentos que eles enviam para aterros sanitários.
O documento é gratuito e pode ser acessado neste endereço: http://www.foodwastealliance.org/wp-content/uploads/2014/04/FWRA_Toolkit_FINAL_0415141.pdf. Ele vem na sequência de outras iniciativas, como a do Estado de Massachusetts, que recentemente determinou que grandes empresas devem reciclar os restos de alimentos em áreas de compostagem ou através de operações para a alimentação de animais. “O desperdício de alimentos é comum em varejistas, fabricantes e restaurantes”, diz Gail Tavill, vice-presidente de desenvolvimento sustentável para a ConAgra Foods e um dos autores do kit. Estudos atuais mostram que 80 bilhões de quilos de alimentos acabam em aterros anualmente. A maioria (47%) vem de resíduos residenciais, restaurantes (22%), restaurantes de fast-food (15%) e instituições (11%). “Compartilhar as melhores práticas para fazer melhorias em todo o sistema, demodo a reduzir este desperdício faz muito sentido”, diz Tavill.”

 

 

 

19 ago

Composteiras domésticas em São Paulo

Uma grande ideia, publicada no site Akatu (http://www.akatu.org.br/): parceria entre a Prefeitura de São Paulo e a empresa Morada da Floresta prevê a distribuição de composteiras domésticas a dois mil domicílios paulistanos. O resto da notícia pode ser lido no seguinte endereço: http://www.akatu.org.br/Temas/Residuos/Posts/Composteiras-serao-distribuidas-a-2-mil-domicilios-em-Sao-Paulo.

Exemplo de composteira. Foto: www.akatu.org

Exemplo de composteira. Foto: www.akatu.org

19 ago

O design urbano pode fazer você mais feliz?

Capa do livro, "Happy City: Transforming Our Lives Through Urban Design”, de Charles Montgomery

Capa do livro, “Happy City: Transforming Our Lives Through Urban Design”, de Charles Montgomery

Será que a existe alguma relação entre design urbano e felicidade? Bem, para o escritor Charles Montgomery, autor do livro “Happy City: Transforming Our Lives Through Urban Design” a resposta é, definitivamente, sim. Um artigo do próprio Montgomery, publicado em junho deste ano no Knight Blog, explica melhor isso tudo. O endereço é o seguinte: http://www.knightfoundation.org/blogs/knightblog/2014/6/16/using-urban-experiments-find-happier-streets/. Abaixo, a introdução do artigo.

Architects and urban designers have long claimed the power to influence human well-being through form and aesthetics. None were so confident as the modernists, whose insistence on functional and aesthetic simplicity changed the course of architectural history. Now that our cities have been transformed by the modern aesthetic, we are discovering that architects are right in their belief in the power of design—but they are frequently wrong in their methods. Indeed, while researching “Happy City,” I found that our cities influence the ways we feel and behave in ways most of us never realize. It’s time to start paying attention.”

17 ago

Sai concreto, entra uma praça

Foto: Site Catraca Livre

Foto: Site Catraca Livre

O jornalista Vitor Ogawa (https://www.facebook.com/vitor.ogawa) publicou uma notícia fantástica, que resume tudo o que este site pretende ser: inovação, baixo custo e envolvimento de uma comunidade. A notícia postada foi retirada do site Catraca Livre (https://catracalivre.com.br/sp/), um dos mais interessantes que existem na publicação de grandes ideias para o meio urbano e diz respeito a uma intervenção feita no tradicional Largo da Batata, em São Paulo, transformado em uma praça. A notícia é assim:
Neste ano o DW! Design Weekend elaborou duas ativações para incentivar os paulistanos a conhecerem e usufruírem São Paulo de uma forma diferente, enquanto visitam as mais de cem atrações disponíveis na programação que segue até domingo. Após o evento, as atividades continuam como parte do legado do DW! 2014 para a capital paulistana. Um Jardim Pop Up em meio a uma das Praças mais emblemáticas da cidade, o Largo da Batata, é a proposta do DW! para incentivar a discussão sobre o uso do espaço público e a criação de mais áreas verdes em São Paulo. Por meio deste oásis de 200 m², a ação inédita pretende gerar reflexão e discussão sobre a importância da arborização e o ajardinamento da capital paulistana, bem como o incentivo a criação de mobiliários urbanos que tenham como premissa espaço para área verde. Há ainda uma proposta educacional e ecológica, incentivando os cidadãos a adotarem uma árvore na cidade em que vivem. “A arborização e criação de mais áreas verdes são essenciais para a cidade e têm funções vitais, como propiciar sombra, purificar o ar, atrair aves, diminuir a poluição sonora e valorizar a qualidade de vida local”, acrescenta Lauro Andrade, idealizador do Design Weekend e da ação junto com o grupo Design OK.”

O resto da notícia pode ser lida no site do Catraca LIvre, neste endereço: https://catracalivre.com.br/geral/gentileza-urbana/indicacao/largo-da-batata-ganha-jardim-com-parque-em-apenas-24-horas/

17 ago

Problemas técnicos

Na última semana, a relação entre o site Uma Ideia de Cidade (http://umacidade.com.br) e o Facebook e Twitter (@ideiadecidade) esteve sujeita a altos e baixos. Não consigo imaginar o que pode ter acontecido, mas alguns posts publicados no site não foram compartilhados nas respectivas páginas no Facebook e Twitter.Na tentativa de consertar, alguns posts foram publicados mais de uma vez e outros, publicados sem o link de acesso.

Até onde sei, o problema com o Facebook foi resolvido, embora o Twitter ainda não. Por isso, antes de mais nada, mil desculpas pelos inconvenientes. Até que a coisa toda se resolva, se os tuítes e posts no Face não aparecerem, agradeço se puderem acessar a notícia original no Uma Ideia de Cidade.

Obrigado, mais uma vez.

José Manuel

17 ago

Como um novo índice fez o estado de Maryland mexer com as prioridades de suas políticas públicas

Print-screen da página da  ferramenta online GPI, implantada no Estado de Maryland

Print-screen da página da ferramenta online GPI, implantada no Estado de Maryland

Em 2010, o Estado norte-americano de Maryland lançou uma ferramenta, que tinha como principal objetivo ir além da medição da riqueza do Estado, a exemplo do que acontece com o PIB (Produto Interno Bruto), por exemplo. A principal diferença entre o que foi criado em Maryland é que, ao contrário do PIB, esse índice de medição de desenvolvimento levava em conta indicadores econômicos, mas também diversos indicadores sociais.
O resultado, que pode ser visto hoje no site do governo do Estado, é o Genuine Progress Indicator (GPI), que conta com 26 indicadores para medir não apenas a riqueza, como a forma como ela está distribuída pela população do Estado e para para que setores essa mesma riqueza se desloca. É, como afirmam os seus criadores, uma ferramenta de gestão .”Além de medir o nosso padrão de vida econômico, esta ferramenta também nos permite levar em conta os custos ambientais e sociais de problemas como a poluição do ar, o crime e a desigualdade de renda, bem como os valores de benefícios como água potável, educação e voluntariado. Estes indicadores nos ajudam a fazer melhores escolhas, com mais informação, politicamente sustentáveis, por muitos anos “, afirmou o governador Martin O’Malley, em uma entrevista n site do governo do Estado.
Segundo o governador, o próximo desafio para o Estado será definir o uso do GPI como uma ferramenta para informar as prioridades dos investimentos e das decisões políticas”.
O GPI foi criado por uma parceria de diversos órgãos do Estado com a Universidade de Maryland, em um trabalho coordenado por Matthias Ruth, diretor do Centro Integrado de Pesquisa Ambiental da instituição de ensino.
Segundo ele, o GPI permite corrigir algumas distorções que índices como o PIB não conseguem, como analisar o impacto de um processo maior de industrialização tanto na qualidade de vida dos habitantes como no meio ambiente. ” Ele conta como positivo que o que é realmente positivo – o tempo gasto com a família, o trabalho voluntário nas nossas comunidades, recuperação do meio ambiente, por exemplo – e subtrai o negativo – o tempo gasto em nossos carros ou perda de zonas úmidas.”
O GPI incorpora 26 fatores em três categorias – econômicos, sociais e naturais – e permite avaliar, por exemplo, itens como os custos do crime. “A atividade econômica pura decorrente do crescimento explosivo de expansão urbana contribui positivamente para o PIB”, explicou o líder do projeto, Sean McGuire do Gabinete do Departamento Nacional de Recursos para um Futuro Sustentável. “No entanto, junto com a expansão vêm aumentando o tempo de deslocamento, o aumento dos congestionamento, conversão de uso da terra e impactos dos automóveis. E esses impactos negativos não estão incluídos nos medidores econômicas atuais. Em suma, só porque o dinheiro está trocando as mãos dentro de uma economia não significa necessariamente que os cidadãos estão desfrutando de uma prosperidade sustentável.
Informações sobre o GPI podem ser encontradas neste endereço: http://www.dnr.maryland.gov/mdgpi/.
Na parte superior da página há um série de abas (Home, Overview, Indicators, Calculator, Model) que dão não apenas uma visão geral de como funciona o índice, mas exemplos práticos de como pode ser aplicado.

16 ago

São Francisco propõe o velho como futuro

Refeitório da Spotify, serviço de venda de música digital, em um edifício recuperado no centro de São Francisco (Foto: NYT/Christopher Stark)

Refeitório da Spotify, serviço de venda de música digital, em um edifício recuperado no centro de São Francisco (Foto: NYT/Christopher Stark)

O título deste post é uma tradução livre de uma reportagem do jornal norte-americano “The New York Times” sobre como a cidade de São Francisco está vivendo um processo de renovação urbana, sem a realização de grandes obras. Esse processo ocorre com a compra/aluguel e reutilização de edifícios antigos, alguns degradados, por grandes empresas ligadas à área de tecnologia, como é o caso do Twitter.

Os donos do microblogue mais famoso do mundo, por exemplo, alugaram um shopping de móveis desativado, na Market Street e a AirBnB (empresa que trabalha com um conceito de locação de quartos e casas de ‘pessoas comuns’) recuperou um armazém industrial centenário, ao sul da mesma rua. Assim como eles, uma dúzia de outras empresas têm optado por levar as suas sedes para a região central da cidade, ao invés de optarem pela construção de novos edifícios.

A reportagem completa do New York Times pode ser acessada neste endereço:

http://www.nytimes.com/2014/06/01/arts/design/san-francisco-repurposes-the-old-for-the-future.html?src=me&_r=1#

15 ago

Como um novo índice de desenvolvimento fez o Estado de Maryland mudar as suas políticas públicas

Print-screen da página da  ferramenta online GPI, implantada no Estado de Maryland

Print-screen da página da ferramenta online GPI, implantada no Estado de Maryland

Em 2010, o Estado norte-americano de Maryland lançou uma ferramenta, que tinha como principal objetivo ir além da medição da riqueza do Estado, a exemplo do que acontece com o PIB (Produto Interno Bruto), por exemplo. A principal diferença entre o que foi criado em Maryland é que, ao contrário do PIB, esse índice de medição de desenvolvimento levava em conta indicadores econômicos, mas também diversos indicadores sociais.
O resultado, que pode ser visto hoje no site do governo do Estado, é o Genuine Progress Indicator (GPI), que conta com 26 indicadores para medir não apenas a riqueza, como a forma como ela está distribuída pela população do Estado e para para que setores essa mesma riqueza se desloca. É, como afirmam os seus criadores, uma ferramenta de gestão .”Além de medir o nosso padrão de vida econômico, esta ferramenta também nos permite levar em conta os custos ambientais e sociais de problemas como a poluição do ar, o crime e a desigualdade de renda, bem como os valores de benefícios como água potável, educação e voluntariado. Estes indicadores nos ajudam a fazer melhores escolhas, com mais informação, politicamente sustentáveis, por muitos anos “, afirmou o governador Martin O’Malley, em uma entrevista n site do governo do Estado.
Segundo o governador, o próximo desafio para o Estado será definir o uso do GPI como uma ferramenta para informar as prioridades dos investimentos e das decisões políticas”.
O GPI foi criado por uma parceria de diversos órgãos do Estado com a Universidade de Maryland, em um trabalho coordenado por Matthias Ruth, diretor do Centro Integrado de Pesquisa Ambiental da instituição de ensino.
Segundo ele, o GPI permite corrigir algumas distorções que índices como o PIB não conseguem, como analisar o impacto de um processo maior de industrialização tanto na qualidade de vida dos habitantes como no meio ambiente. ” Ele conta como positivo que o que é realmente positivo – o tempo gasto com a família, o trabalho voluntário nas nossas comunidades, recuperação do meio ambiente, por exemplo – e subtrai o negativo – o tempo gasto em nossos carros ou perda de zonas úmidas.”
O GPI incorpora 26 fatores em três categorias – econômicos, sociais e naturais – e permite avaliar, por exemplo, itens como os custos do crime. “A atividade econômica pura decorrente do crescimento explosivo de expansão urbana contribui positivamente para o PIB”, explicou o líder do projeto, Sean McGuire do Gabinete do Departamento Nacional de Recursos para um Futuro Sustentável. “No entanto, junto com a expansão vêm aumentando o tempo de deslocamento, o aumento dos congestionamento, conversão de uso da terra e impactos dos automóveis. E esses impactos negativos não estão incluídos nos medidores econômicas atuais. Em suma, só porque o dinheiro está trocando as mãos dentro de uma economia não significa necessariamente que os cidadãos estão desfrutando de uma prosperidade sustentável.
Informações sobre o GPI podem ser encontradas neste endereço: http://www.dnr.maryland.gov/mdgpi/.
Na parte superior da página há um série de abas (Home, Overview, Indicators, Calculator, Model) que dão não apenas uma visão geral de como funciona o índice, mas exemplos práticos de como pode ser aplicado.

14 ago

Projeto utiliza cães de rua para terapia de idosos asilados

Foto: Arquivo pessoal Publicação: Zero Hora

Foto: Arquivo pessoal
Publicação: Zero Hora

Vi essa notícia há tempos na Zero Hora e acabei esquecendo de postá-la. Mas é algo fantástico, que deveria ser adotado sempre que fosse possível, na maioria das nossas cidades. Abaixo, um trecho da reportagem.
De um lado, a carência de um cão encontrado atropelado na rua e que é o morador mais antigo do canil municipal de Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. Do outro, um senhor de cabelos brancos, franzino, que foi abandonado pela própria família e reside no asilo público da cidade há anos. Esses dois personagens, ambos vítimas de maus-tratos, foram unidos por um projeto chamado de Cão-terapia. A iniciativa utiliza os cães para sociabilizar e fazer fisioterapia com os idosos asilados. Organizada pela prefeitura, através da Vigilância Sanitária, a ação estreou nesta semana e deve ser realizada a cada 15 dias.

O resto do texto da jornalista Vanessa Kannenberg para a Zero Hora está no seguinte endereço: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2014/05/projeto-utiliza-caes-de-rua-para-terapia-de-idosos-asilados-4496149.html

 

13 ago

Algumas boas ideias sobre ocupação de terrenos vazios

De todos os posts já publicados aqui (www.umacidade.com.br) este, com certeza, é um dos meus favoritos. Tem tudo o que este blogue prega: ideias simples, eficientes, de baixo custo e que podem fortalecer os laços entre uma comunidade, seja o grupo de moradores de uma rua, um bairro ou espaços maiores.
A ideia – neste caso, o conjunto de ideias – veio de Los Angeles, por meio do projeto LA Open Acres (blog.laopenacres.org), criado pelo Conselho Comunitário de Saúde local.
O site “… é uma ferramenta voltada para as comunidades, para os bairros, que visa transformar espaços vazios em locais vivos, saudáveis; acreditamos que todos devem ter a oportunidade de obter a sua dose diária de alimentação saudável, atividade física e de comunidade, não importa onde vivam. (…) O site vai servir, cada vez mais, como uma plataforma para as pessoas acessarem as ferramentas, recursos e informações atualizadas sobre terrenos vagos em sua vizinhança”.
O Open Acres tem várias ideias, já aplicadas em Los Angeles. Mas, a equipe de uma das ONGs locais mais atuantes, a LA-Más (mas.la) selecionou algumas, que são absurdamente fáceis de executar e extremamente úteis. Entre elas estão:

  • Acesso gratuito a redes sem fio: instaladas em uma determinada comunidade. O objetivo é democratizar o acesso de pessoas de baixa renda à Internet e a serviços básicos, como o envio de e-mails. Uma das estratégias inclui o compartilhamento, por vizinhos, de um mesmo ponto de acesso a rede sem fio;
  • Locais públicos para o conserto de bicicletas: é uma ideia importada de Cambridge (na região metropolitana de Boston). Cada estação custa US$ 1 mil (cerca de R$ 2,6 mil) e vem com uma bomba de encher os pneus e um conjunto de ferramentas para a realização de pequenos reparos. A sugestão do Open Acres é fazer com que o local surja de parcerias com a iniciativa privada, que teriam como contrapartida, a publicidade da marca patrocinadora;
  • Bibliotecazinhas: são pequenas caixas, pouco maiores do que as existentes nas residências americanas para o recebimento de correio, que no seu interior teriam livros, disponibilizados para quem quisesse lê-los; a cidade de São Paulo começou a usar essa ideia em pontos de ônibus e Santiago (Chile) tem um projeto fantástico (do qual iremos falar nas próximas semanas) instalado em estações de metrô;
  • Biblioteca de ferramentas: essa é uma das minhas favoritas, é o que o próprio nome diz: um local onde as pessoas podem pegar emprestadas ferramentas de todo o tipo para a realização de algum serviços que pretendam fazer;
OPenAcres-01

Biblioteca de ferramentas

  • Arte pública: utilização dos espaços vazios para funcionarem como grandes galerias para exposição de obras de arte (pinturas, esculturas etc.); a ideia é fazer com que essas obras de arte possam interagir com os visitantes;
OPenAcres-02

Exemplo de escultura interativa em espaços vazios

  • Cineminha fora de horas: é a utilização de espaços vazios ou degradados de um determinado bairro como locais para a realização de eventos de encontro daquela comunidade, em especial; uma das ideias criadas em Los Angeles chamou-se Bike-In Movies, onde as pessoas iam até esses locais de bicicleta para assistirem a filmes gratuitos.
  • Compostagem Comunitária: como o nome diz é a criação de espaços voltados, essencialmente, para a prática da compostagem; uma das ideias é fazer com que o processo possa se transformar em fonte de receitas, que seriam aplicadas em projetos na própria comunidade;
  • Recuperação do solo: essa ideia foi importada de Detroit, onde uma parceria da Universidade Estadual de Wayne e um time local de futebol americano está conseguindo descontaminar o solo de diversas áreas; um dos segredos é o uso de plantas específicas, como tomateiros e girassóis para remover substâncias perigosas e toxinas; ao mesmo tempo, um fórum público educacional também foi criado, com o objetivo de voltar a atenção dos visitantes para a história do site, como para a importância de processos como os adotados ali.