03 nov

Será que é mesmo biodegradável?

PlásticoO jornal inglês The Guardian publicou, na semana passada, um artigo a respeito da indústria do papel e plástico nos Estados Unidos, especialmente as que estão ligadas à produção de sacolas, como as que usamos diariamente nos supermercados. O texto está assente em diversas ações de fiscalização da Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla original). Em 2010, o órgão baixou uma série de recomendações a respeito do tipo de informações que os fabricantes das tais sacolas deveriam repassar aos consumidores, principalmente sobre a sua biodegradabilidade.

Isso porque a FTC descobriu que algumas dessas informações nem sempre são verdadeiras ou são meias-verdades e não correspondem ao que é repassado ao consumidor. Na maior partes dos casos, o que se diz ser biodegradável, não é.

After launching detailed recommendations for environmental marketing in 2010, the FTC brought a raft of enforcement actions against plastic and paper companies last year, alleging deceptive marketing in the use of the term “biodegradable”. Last month, the FTC sent warning letters to 15 additional marketers, informing them that their claims “may be deceptive”. The FTC also requested “competent and reliable scientific evidence proving that their bags will biodegrade as advertised”. This time, the term of offense is “oxodegradable”, implying the bag will break down in time when exposed to oxygen.

Só essa informação já seria suficiente para deixar muita gente de cabelos em pé. Mas, tem mais? O texto mostrou que, mesmo advertidas sobre a existência de informações falsas nos seus produtos, as empresas de plástico e papel estão se lixando para isso.

O texto original do Guardian pode ser encontrado neste endereço: http://www.theguardian.com/sustainable-business/2014/oct/31/biodegradable-plastic-oxodegradable-bags-bioplastic-ftc-warning

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