27 fev

Reduzir, reutilizar e reciclar – Atitudes sustentáveis através do design

Original text at: “This Big City” (http://thisbigcity.net/pt-br/).

“Algumas pessoas na Alemanha ganham a vida coletando e retornando garrafas. Paul Ketz, um jovem designer de produto de Colônia, inventou um produto para reduzir os riscos de saúde para os coletores. Ele desenhou um anel de coleta (Pfandring, como é mais conhecido na Alemanha), um elemento urbano que fica sobre lixeiras públicas. Com sua invenção, em vez de atirar garrafas de plástico e de vidro para o lixo, as pessoas podem colocá-las no anel para que garrafas reutilizáveis ​​não sejam misturadas com o lixo geral e possam ser facilmente acessadas. Veja-o em ação no vídeo abaixo”.

O vídeo e o texto foram originalmente retirados do site This Big City (http://thisbigcity.net/pt-br/), em versão para português. O artigo pode ser acessado neste link: http://thisbigcity.net/pt-br/reduzir-reutilizar-e-reciclar-atitudes-sustentaveis-atraves-do-design/

26 fev

O código genético das cidades

Sanaa (Iêmen)
"O ambiente construído é um produto de forças sócio-econômicas, culturais e políticas. Cada sistema urbano tem seu próprio "código genético", expresso em formas arquitetônicas e espaciais, que refletem valores e identidade de uma comunidade. Cada comunidade escolhe certas características físicas, produzindo o carácter único da sua cidade. Este "olho comum" exemplifica o legado arquitetônico da cidade e dá um sentido de lugar.
Por exemplo, na antiga Sanaa, capital do Iêmen, edifícios únicos, decorados com padrões geométricos criam uma identidade visual diferenciada, exclusiva para a cidade (foto acima). Outro exemplo é a aldeia núbia do Egito (abaixo) onde os materiais e cores de construção são únicos e refletem a arquitetura vernacular da região.
No entanto, as práticas arquitetônicas atuais, em quase todas as cidades do mundo, não respeitam esse legado de identidades e tradição das nossas cidades. A maioria dos projetos tem pouca ou nenhuma relação com o contexto urbano envolvente ou com o código genético da cidade. Os arquitetos só seguem os movimentos arquitetônicos internacionais, tais como "arquitetura moderna", "pós-modernismo", "alta tecnologia", e "desconstrucionismo". O resultado é um diálogo fragmentado e descontínuo entre os edifícios, destruindo a memória comum de uma cidade".

O texto acima é uma parte do artigo "The DNA of Cities", escrito pelo professor-convidado da Universidade Americana (Washington),  Abdelbaseer A. Mohamed para o site This Big City. Desnecessário dizer que coloca questões bastante interessantes, a principall, na minha opinião, sobre a questão da identidade de uma comunidade. O resto dele pode ser lido no link a seguir: http://thisbigcity.net/the-dna-of-cities/. Boa leitura.

FRASE:

A maioria dos projetos tem pouca ou nenhuma relação com o contexto urbano envolvente ou com o código genético da cidade.

 
23 fev

Ex-Googles criam aplicativo revolucionário para andar em uma cidade

Via Urbanful (http://urbanful.org)

“Though they can pack a variety of transportation and location apps, smart phones can be hopeless – and stubbornly so – when it comes to actually getting around cities. We’ve all had the experience. You walk two blocks down the wrong street before your phone syncs; you wander into the subway system and lose navigation because you’ve lost service. You’re suddenly a map-less Magellan trying to navigate the harsh waters of a new city.

But a team of former Google employees has taken on these myriad problems, creating an app called Urban Engines that shows early signs of promise for revolutionizing intra-city movement.”

O resto do artigo pode ser encontrado no seguinte endereço: http://urbanful.org/2015/02/13/urban-engines-google-maps-future/

 

22 fev

Cidade inglesa transforma dejetos humanos em energia elétrica

Via Portal e-Cycle (http://www.ecycle.com.br)

HumanPoop

“Você já imaginou se os dejetos sólidos que despejamos descarga abaixo fossem transformados em energia para o nosso próprio consumo doméstico? Na cidade de Didcot, no Reino Unido, essa possibilidade deixou o estágio da imaginação e passou a fazer parte da realidade da população, conforme apuraram os pesquisadores da Plataforma de Cidades Sustentáveis.”

O resto do artigo pode ser encontrado neste endereço: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/38-no-mundo/498-esgoto-vira-energia-em-cidade-do-reino-unido.html

OBS: Em outubro do ano passado, o jornal inglês Guardian publicou uma matéria a respeito da cidade de Didcot. Na ocasião, o ponto principal foi um incêndio que atingiu uma das principais estações de energia elétrica (Didcot B) e a ironia de a cidade ter uma área de produção de energia solar.

A matéria pode ser acessada neste endereço: http://www.theguardian.com/environment/damian-carrington-blog/2014/oct/20/while-didcot-b-burned-renewable-energy-powered-on

21 fev

Um bom exemplo da Fundação Bill e Melinda Gates

Via Portal Ecodesenvolvimento (http://www.ecodesenvolvimento.org), na coluna de Murilo Gitel.
BillGates

“Bill Gates acaba de dar ao mundo mais um grande exemplo na direção dos chamados “negócios responsáveis”. Segundo matéria publicada nesta semana, na Bloomberg News, a multibilionária Fundação Bill e Melinda Gates, criada por Bill Gates e sua esposa Melinda, encerrou sua participação acionária de US$ 1 bilhão no McDonald’s, além de outras carteiras de centenas de milhões na Coca-Cola e na Exxon.
A justificativa para o abandono? A Fundação Gates anunciou que prefere investir em empresas cujos objetivos vão além do lucro. A filosofia da entidade será centrada em empresas com valores que orientam o seu trabalho. “O objetivo da fundação é ajudar a todas as pessoas, não importa onde eles vivam, para que tenham a chance de viver uma vida saudável e produtiva”, argumenta o casal de filantropos. ”

O resto do texto pode ser lido no Ecodesenvolvimento, no seguinte endereço: http://www.ecodesenvolvimento.org/colunas/sustentabilidade-didatica/bill-exemplar-gates

Para conhecer um pouco mais do trabalho de Bill e Melinda Gates, o blog deles está neste endereço: http://www.gatesnotes.com/

20 fev

Música na praça: o exemplo de Mainz

filarmonica

A dica veio do jornalista Angelo Davanco (https://www.facebook.com/profile.php?id=100008212864456&fref=ts) e é o tipo de ideia simples e original que poderia ser adotada em Ribeirão Preto.

A Orquestra Filarmônica do Teatro de Mainz e os coros da Catedral e da Universidade Johannes Gutenberg, da mesma cidade, têm 65 músicos e 160 cantores. Em maio do ano passado, a filarmônica e os cantores fizeram uma apresentação na feira semanal de Mainz, que surpreendeu os visitantes pela forma como foi realizada.

Com o local cheio, um músico começou a executar uma determinada peça clássica. Poucos momentos depois, a ele se juntou outro, e depois outro e, por fim, uma mini-orquestra tinha se instalado no local, tocando entre os espectadores e não necessariamente um ao lado do outro. Em alguns casos, a própria platéia segurava as partituras para os músicos.

Quando todos estavam presentes, as dezenas de vozes do coro surgiram do meio dos espectadores, para surpresa de todos.

O video dessa ideia fantástica está abaixo. Valeu, Angelo!

19 fev

O negócio do biogás

Uma das unidades responsáveis pela produção do material necessário à produção de biogás. Ou, então, uma vaca.
Uma das unidades responsáveis pela produção do material necessário à produção de biogás. Ou, então, uma vaca.
Uma matéria publicada hoje (19/2) no caderno Negócios Sustentáveis do jornal inglês "The Guardian" (http://www.theguardian.com/uk/sustainable-business) - uma das referências deste site - mostra o que parece ser a esperada decolagem do biogás na Grã-Bretanha. A introdução avisa que, apesar de não ser a mais sexy das indústrias, o biogás é crucial para combater as mudanças climáticas e, com isso, já há um movimento de investimentos governamentais em direção a tecnologias como digestão anaeróbica. 

"O cheiro de estrume não é exatamente o que se pode definir como atraente. Na verdade, a descrição sobre os resíduos, em geral, é algo sobre o qual evitamos pensar. Mas, como diz o ditado: "onde há estrume, há dinheiro", e por isso é que as empresas sempre foram atraídos para esta área, digamos, menos salubre, para ganhar dinheiro.
Agora, uma nova geração de empreendedores tem planos para alterar a forma como lidamos com o lixo . Utilizando novas tecnologias e técnicas, eles descobriram maneiras mais eficientes de converter fertilizantes em energia, reduzir as emissões de metano e de poluição, cortar os maus cheiros e transformar estrume em dinheiro"

O resto do texto pode ser encontrado no seguinte endereço: http://www.theguardian.com/sustainable-business/2015/feb/19/turning-muck-into-money-ag-tech-helping-farmers-reduce-emissions?CMP=share_btn_tw
12 fev

From e-Cycle: “Com hortas em jardins, moradores de cidade suíça compartilham vegetais”

suicaca-750

“E se, em vez de comprar frutas e verduras na feira, no sacolão ou no mercado, fosse possível simplesmente trocá-las com seus vizinhos? É isso que ocorre nas imediações da Avenida Crozet, em Genebra, na Suíça, onde a maior parte dos jardins das casas foram transformados em hortas comunitárias.”

O resto do artigo pode ser lido no site e-Cycle, no seguinte endereço: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/35-atitude/2241-com-hortas-em-jardins-moradores-de-cidade-suica-compartilham-vegetais.html

 

11 fev

From Planetizen: “The Best Complete Streets Policies of 2014”

TX Austin Guadalupe large

“In neighborhoods across the country, residents and community leaders increasingly expect more from transportation investments than roads designed for just cars and trucks. They are powering a national movement for Complete Streets. A Complete Streets approach integrates the needs of people and place in the planning, design, construction, operation, and maintenance of transportation networks. In doing so, streets become safer for people of all ages and abilities and better support overall public and economic health.
Complete Streets redefines what a transportation network looks like, which goals a transportation agency should meet, and how a community prioritizes transportation spending. A Complete Streets approach breaks down the traditional separation between planning and designing for driving, transit, walking, and bicycling. Instead, it aims for an integrated, comprehensive transportation system that supports safe travel for people of all ages and abilities, whether walking, bicycling, using public transportation, or driving.
Local Complete Streets efforts generally are the fruit of diverse alliances among advocates for older adults, public health agencies, transportation practitioners, bicycling and walking proponents, and many others. Policies may be adopted as part of public health campaigns to create safe, attractive environments for physical activity; as a way to address pressing safety concerns; or as part of a comprehensive economic development strategy.”

O trecho acima faz parte da introdução do documento “The Best Complete Streets Policies of 2014”, divulgado esta semana pela Smart Growth America. É uma organização sem fins lucrativos, não-partidária, que reúne diversas entidades de interesse público e de transporte profissionais, comprometidos com o desenvolvimento e implementação de políticas e práticas especificamente voltadas para as ruas.

Como o nome já antecipa, o documento lista os locais dos Estados Unidos onde podem ser encontrados as melhores políticas de uso das ruas, dentro de critérios definidos – e descritos no relatório.

Essas informações são descritas com mais detalhes no site Planetizen (http://www.planetizen.com), onde também pode ser encontrado o artigo “Celebrating the Best Complete Streets Policies of 2014” (http://www.planetizen.com/node/73723/celebrating-best-complete-streets-policies-2014). Nesse mesmo artigo pode ser encontrado e baixado o PDF com o relatório de 2014 da Smart Growth America, cujo trecho inicial abre este texto.

10 fev

Políticas de moradia para artistas

Em Nova York, o prefeito Bill de Blasio divulgou, esta semana, a intenção de criar 1.500 novas unidades de habitação a preços acessíveis para os artistas até 2024. Este movimento pretende reforçar a ideia de Nova York como a capital cultural dos Estados Unidos. Além de Nova York, outras duas cidades americanas estão criando programas para incentivar o uso de moradias, especialmente em áreas históricas ou centrais, para artistas.

A reportagem completa está no site Next City, no seguinte link: http://nextcity.org/daily/entry/cities-affordable-housing-for-artists

Artista