29 abr

Em 2014, o Reino Unido instalou mais energia solar do que qualquer outro país europeu

A instalação solar de 46MW em East Hanney, em Oxfordshire tornou-se a maior do Reino Unido, quando conectada à rede. Foto: Belectric UK
A instalação solar de 46MW em East Hanney, em Oxfordshire tornou-se a maior do Reino Unido, quando conectada à rede. Foto: Belectric UK

“The UK installed more new solar power capacity than any other European country last year and is on track to retain its top-ranking position this year, due to a rush to complete projects ahead of deep cuts to subsidies at the start of this month. However, the strong performance from the UK comes in the midst of a challenging period for the European solar sector.

“Preliminary figures by the European Photovoltaic Industry Association (EPIA) show installation rates across Europe have fallen sharply over the past four years.”

The analysis, due to be published next month and shared with BusinessGreen, reveals less than 7GW was installed in the bloc in 2014 compared to 21GW in 2011.”

O resto do texto pode ser lido na seção Environment, do jornal inglês “The Guardian” e põe uma questão crucial para o Reino Unido e a Europa, em geral, mas também para o Brasil: quais são as chances de sobrevivência de uma indústria nova, como a da energia solar, sem a presença de subsídios governamentais  ou tarifas reduzidas para produtos importados, ligados a essa área?

O texto completo pode ser acessado neste endereço: Produção de energia solar no Reino Unido.

19 fev

O negócio do biogás

Uma das unidades responsáveis pela produção do material necessário à produção de biogás. Ou, então, uma vaca.
Uma das unidades responsáveis pela produção do material necessário à produção de biogás. Ou, então, uma vaca.
Uma matéria publicada hoje (19/2) no caderno Negócios Sustentáveis do jornal inglês "The Guardian" (http://www.theguardian.com/uk/sustainable-business) - uma das referências deste site - mostra o que parece ser a esperada decolagem do biogás na Grã-Bretanha. A introdução avisa que, apesar de não ser a mais sexy das indústrias, o biogás é crucial para combater as mudanças climáticas e, com isso, já há um movimento de investimentos governamentais em direção a tecnologias como digestão anaeróbica. 

"O cheiro de estrume não é exatamente o que se pode definir como atraente. Na verdade, a descrição sobre os resíduos, em geral, é algo sobre o qual evitamos pensar. Mas, como diz o ditado: "onde há estrume, há dinheiro", e por isso é que as empresas sempre foram atraídos para esta área, digamos, menos salubre, para ganhar dinheiro.
Agora, uma nova geração de empreendedores tem planos para alterar a forma como lidamos com o lixo . Utilizando novas tecnologias e técnicas, eles descobriram maneiras mais eficientes de converter fertilizantes em energia, reduzir as emissões de metano e de poluição, cortar os maus cheiros e transformar estrume em dinheiro"

O resto do texto pode ser encontrado no seguinte endereço: http://www.theguardian.com/sustainable-business/2015/feb/19/turning-muck-into-money-ag-tech-helping-farmers-reduce-emissions?CMP=share_btn_tw
01 jan

O bairro solar de Schlierberg

BairroSolarAlemanha

Em novembro, o site do Programa Cidades Sustentáveis publicou uma reportagem sobre uma experiência de geração de energia solar no bairro Schlierberg, da cidade alemã de Freiburg. A cidade, localizada no extremo sul da Alemanha, é considerada uma das mais ensolaradas do país.

O bairro é formado por 59 casas e um edifício comercial, todos construídos com materiais de construção ecológicos. De acordo com o texto, o local consegue produzir quatro vezes mais energia do que a que consome. Com isso ao final de cada ano, cada recebe, ao final de cada ano, recursos repassados pelo governo, em função do excesso de energia gerado e que é vendido à rede.

Leia, aqui, o texto completo sobre o bairro solar de Schlierberg, publicado no site do Programa Cidades Sustentáveis.

O que você achou?

(Use a área de comentários, abaixo, para dar a sua opinião a respeito deste texto e de algumas questões que colocamos)

  • Você acha que um projeto como o do bairro solar de Freiburg pode ser implantado em cidades de médio porte brasileiras?
  • Existem mecanismos de auxílio (privados ou públicos) que nos permitam levar adiante uma ideia como essa?
  • É possível criar um bairro solar no Brasil, mas em áreas de habitação social?
  • Você conhece algum local no Brasil onde algo desse tipo já esteja em vigor? Caso conheça, envie-nos mais informações para podermos divulgar essa ideia.