23 fev

Ex-Googles criam aplicativo revolucionário para andar em uma cidade

Via Urbanful (http://urbanful.org)

“Though they can pack a variety of transportation and location apps, smart phones can be hopeless – and stubbornly so – when it comes to actually getting around cities. We’ve all had the experience. You walk two blocks down the wrong street before your phone syncs; you wander into the subway system and lose navigation because you’ve lost service. You’re suddenly a map-less Magellan trying to navigate the harsh waters of a new city.

But a team of former Google employees has taken on these myriad problems, creating an app called Urban Engines that shows early signs of promise for revolutionizing intra-city movement.”

O resto do artigo pode ser encontrado no seguinte endereço: http://urbanful.org/2015/02/13/urban-engines-google-maps-future/

 

07 jan

Que ônibus passa aqui?

Que onibus

Detalhe do adesivo criado pelo coletivo “Shoot The Shit”, de Porto Alegre

 

Adesivo colado em ponto de ônibus, com anotações a caneta

Adesivo colado em ponto de ônibus, com anotações a caneta

Que onibus1

Usuário anota linha de ônibus que passa em determinada rua, em adesivo colado em poste

Há uns dois anos, um grupo de jovens de Porto Alegre deparou-se com um problema no transporte coletivo: grande parte das paradas de ônibus não tinham indicações sobre as linhas que passavam por aqueles locais.

Em conversas com outros usuários, descobriram que o problema era, realmente, um problema: se um passageiro se desviasse da sua rota costumeira e tivesse que utilizar outras linhas de ônibus que não as que usava frequentemente, inevitavelmente teria  dores de cabeça para saber que linhas passavam por aquele determinado ponto de ônibus.

O problema, claro, não era uma exclusividade de Porto Alegre, mas a solução que o grupo de jovens encontrou para a falta de informações foi brilhante, pela sua extrema simplicidade.

A ideia é bastante simples: em parceria com uma gráfica local, eles criaram um adesivo grande, que na sua parte superior tinha em destaque a figura de um ônibus e a frase “Que Ônibus Passa Aqui?” (veja imagens). O adesivo era colado em postes ou locais próximos ao ponto de ônibus e os usuários das linhas que passavam por aquele local, escreviam no adesivo os ônibus que passavam por ali.

A ideia deu tão certo que foi adotada pela Prefeitura de Porto Alegre. Em parceria com os jovens, foram impressos mais de mil adesivos que continuam a ser colados pelos postes da capital gaúcha, auxiliando os usuários do transporte coletivo. Hoje, outras cidades do país também adotam o adesivo.

Os jovens (foto) que criaram a ideia fazem parte do coletivo “Shoot de Shit”, que é uma gíria em inglês que significa, ao mesmo tempo, “jogar conversa fora” e “trocar idéias”. O coletivo tem página na Internet no seguinte endereço: http://www.shoottheshit.cc/.

Ali, podem ser encontrados mais detalhes sobre o “Que Ônibus Passa Aqui?” e outras ideias que os criadores do site têm para o meio urbano. Vale a pena dar uma olhada.

Como tive conhecimento disso? Graças a uma dica do jornalista Ângelo Davanço (https://www.facebook.com/profile.php?id=100008212864456&fref=ts)

31 maio

Você sabe o que é Placemaking e a sua relação com a ocupação de espaços públicos?

Project for Public Spaces
O site Project for Public Spaces (PPS)  foi criado especificamente para propor soluções para os espaços públicos. Ele está assente em uma filosofia, que os criadores chamam de Placemakingm cujo resume está abaixo e que pode ter alguns princípios bem utilizados para a elaboração de projetos para Ribeirão Preto. Segue o resumo, via Google Tradutor:

“Placemaking é um movimento silencioso que reinventa espaços públicos como o coração de cada comunidade, em cada cidade. É uma abordagem transformadora, que inspira as pessoas a criar e melhorar os seus locais públicos. Placemaking fortalece a conexão entre as pessoas e os lugares que eles compartilham .

Placemaking é a forma como moldamos coletivamente nossa esfera pública para maximizar o valor compartilhado. Enraizada em participação baseada na comunidade, placemaking envolve o planejamento, design, gestão e programação dos espaços públicos. Mais do que apenas a criação de uma melhor concepção urbana de espaços públicos, placemaking facilita padrões criativos de atividades e conexões (culturais, econômicos, sociais e ecológicos) que definem um lugar e apoiar sua evolução contínua.”

O site tem um blogue, onde estão expostas diversas experiências de ocupação de espaços públicos, e uma área de projetos, divididos por áreas. Uma delas, bem interessante, diz respeito especificamente às regiões centrais, que pode ser acessada aqui.

No vídeo abaixo, o site mostra a reabertura da área central do distrito histórico de Houston, que, como está descrito “é quase impossível pensar que, há apenas alguns anos, esta mesma praça no centro da zona histórica de Houston foi uma vez descrita como “sem vida” e “assustadora”  foi apresentado no ‘Hall da Vergonha’ do Project for Public Spaces.

13 jan

O que é um bom espaço público?

CidadesparaPessoas

O site Cidades para Pessoas, criado pelas jornalista Natália Garcia e a artista plástica Juliana Russo, traz uma discussão bastante interessante a respeito do que podem ser considerados pré-requisitos de um espaço público. No post 12 critérios para determinar um bom espaço público, o site cita o livro “New City Life”, dos urbanistas Jan Gehl, Lars Gemzøe, Sia Karnaes e Britt Sternhagen Sóndergaard, que apontam doze principais características do que poderia se chamar um bom espaço público.

07 jan

Norman Foster e um projeto de ciclovia para Londres

BicicletaLondres

Uma ideia pelo renomado arquiteto inglês Sir Norman Foster pode resultar em uma das mais originais soluções para a área da mobilidade urbana nos grandes centros urbanos. Foster desenvolveu o projeto de uma ciclovia de 217 quilômetros de extensão, que seria criada sobre a malha ferroviária existente em Londres. O objetivo de criar uma área exclusiva para as bicicletas, segundo Foster, é duplo: passar a velocidade média do ciclista em Londres de 10 km/h para quase 20 km/h e, ao mesmo tempo, garantir-lhe um local seguro para se locomover de bicicleta.

A primeira fase da SkyCycle, como é chamada por Sir Norman Foster, teria quase sete quilômetros, ligando East London a Liverpool Street Station. O custo estimado só deste trecho é de 220 milhões de libras (R$ 860 milhões).

Mais informações podem ser encontradas em reportagem do jornal London Mail, aqui.

 

05 jan

Uma cidade sem carros

 

carfree

Uma cidade sem carros? Essa é a proposta do site Carfree, mantido pelo ex-ombudsman do Departamento de Transportes de New Jersey, JH Crawford. No site, ele apresenta ideias interessantes para a adoção de diversas medidas que tornem possível viver em uma cidade sem automóveis. A saída proposta não é nova: a implantação de uma rede pública de transportes coletivos, que garantam aos moradores de uma determinada cidade, ao mesmo tempo, rapidez e qualidade. Tudo está construído sobre a ideia da aquisição, manutenção e aumento da qualidade de vida nas cidades.

No site, além de livros de Crawford (afinal, ele também tem de pagar as contas) há a apresentação de um modelo para cidades que vão de 300 mil a 3 milhões de habitantes. A proposta está assente na criação de distritos, com infra-estrutura própria, que seriam interligados por vias de uso de ônibus ou outra forma de veículo de transporte de massas.

O projeto é MUITO teórico e, de modo geral, bastante alucinado. No entanto, contém propostas deliciosas. Por exemplo, a ideia dos distritos – aos quais também poderíamos chamar de minicidades – está presente, de forma parecida, na proposta de revisão do Plano Diretor de Ribeirão Preto.