16 jan

Por que os celulares duram tão pouco?

phonebloks

“Todos os dias jogamos fora milhões de equipamentos eletrônicos,porque quebram ou ficam desatualizados. Geralmente, o que causa o problema são alguns ou é apenas um componente. O resto do dispositivo funciona bem, mas é descartado. Isso faz com que o descarte de dispositivos eletrônicos seja uma das maiores preocupações do mundo. E o nosso celular é uma das maiores causas.”

Essa dica espetacular foi dada pelo jornalista e colega de redação Guilherme Plaza. A ideia do projeto holandês Phonebloks surgiu da quantidade absurda de lixo eletrônico, especialmente de telefones celulares, que geramos todos os anos. O objetivo é criar um telefone celular que dure e que tenha o seu hardware atualizado através da simples troca de peças ou blocos. Toda a ideia está construída em cima do conceito dos Legos: você vai encaixando as peças de acordo com o que você precisa. O vídeo que está no site do Phonebloks mostra isso de maneira bem legal.

Vale a pena dar uma olhada nessa ideia e, se for o caso, contribuir para que avance e prospere.

 

 

15 jan

Como o município de Dubuque (EUA) conseguiu reduzir o consumo de água com o uso da tecnologia

Entre 2010 e 2011, o município norte-americano de Dubuque, localizado no estado do Iowa, foi alvo de uma experiência bastante interessante, que teve como consequência direta redução no consumo de água e, também, reduzir o número de vazamentos existentes na rede de abastecimento pública.

A experiência foi baseada em uma parceria entre a multinacional IBM e a prefeitura local, dentro do programa municipal “Smarter Sustainable Dubuque”, algo como “Uma Dubuque mais Inteligente e Sustentável”. O município, de 60 mil habitantes, é considerado um dos mais eficientes na aplicação de políticas sustentáveis nos Estados Unidos.

O programa foi aplicado em dois grupos de residências: em um deles, 151 casas tiveram todos os seus hábitos de consumo de água monitorados por computadores, de modo a que os moradores conseguissem perceber onde gastavam água, de que forma e por quanto tempo a consumiam. Uma vez que esses moradores começaram a perceber onde estavam gastando em excesso, criaram hábitos de economia e uso mais racional de água.

Na comparação do uso da água desse primeiro grupo com os hábitos de outro, formado por 152 residências, os gestores municipais e pesquisadores conseguiram perceber uma diferença de quase 7% do primeiro grupo para o segundo.

Esse programa-piloto, chamado “The Smarter Sustainable Dubuque Water Pilot Study”, deu tão certo que o objetivo é ampliá-lo também para as áreas de consumo de eletricidade e gás.

No vídeo abaixo, diversos administradores de Dubuque e técnicos da IBM falam sobre a experiência.